Filosofia Total com Prof. Anderson - e o mundo das idéais de Platão- e a Teoria X de Edson Ecks
Platão E O Mundo Das Ideal Idealizadas
No Mundo das Ideais, Platão praticamente concilia Parmênides e Heráclito, ao admitir o Mundo das ideias: o mundo das ideias imutáveis, eternas, e o mundo das aparências sensíveis, perpetuamente imutáveis. O método dialético de seu mestre Sócrates, e Pitágoras através da sua noção de que além das aparências havia sempre uma existência simétrica, perfeita e harmoniosa, os números. E acima de tudo o conceito do grande mestre egípcio Toht, o Hermes Trimigistus, no mundo grego, que afirmara: O Todo é Mental.
Para Platão, o mundo real é o mundo das ideias, que contém a forma real, do Todo. O mundo ilusório em que vivemos – o mundo dos sentidos – contém cópias imperfeitas das formas ideais. Tudo nesse mundo é uma sombra de sua forma ideal do mundo das ideais.
A ideologia religiosa surge desse princípio, que esse mundo é imperfeito, logo deve existir um mundo além desse mundo sensível e insensível, que é o ‘mundo perfeito’. A dor física-mental, nosso corpo, sentimentos e instintos são imperfeitos nesse mundo, mas no mundo além essas ‘anomalias’ serão extirpadas para sempre, como no mundo perfeito das ideais platônicas.
Então, para Platão um cavalo perfeito só pode existir no mundo das ideias, não no nosso mundo sensível.
Mas o nosso cavalo é ‘perfeito’, somente que é um perfeito entre aspas, é o ‘mesmo’ cavalo que carregou Napoleão, Alexandre, O Grande e Gengis Khan. O ‘cavalo perfeito’ do mundo das ideais, só passou a existir a partir do nosso cavalo ‘imperfeito’ para Platão.
Se for seguir o prisma platônico, não há cavalo perfeito em nenhum plano, nem no mundo sensível, nem no mundo das ideias, sendo que o cavalo abstrato é apenas uma ‘sombra’ do cavalo concreto:
Tudo no mundo das ideais... é uma ‘sombra’ de sua forma real do mundo sensível e insensível. Os Princípios da Ciensofia de Edson Ecks
No Mundo das Ideais, Platão praticamente concilia Parmênides e Heráclito, ao admitir o Mundo das ideias: o mundo das ideias imutáveis, eternas, e o mundo das aparências sensíveis, perpetuamente imutáveis. O método dialético de seu mestre Sócrates, e Pitágoras através da sua noção de que além das aparências havia sempre uma existência simétrica, perfeita e harmoniosa, os números. E acima de tudo o conceito do grande mestre egípcio Toht, o Hermes Trimigistus, no mundo grego, que afirmara: O Todo é Mental.
Para Platão, o mundo real é o mundo das ideias, que contém a forma real, do Todo. O mundo ilusório em que vivemos – o mundo dos sentidos – contém cópias imperfeitas das formas ideais. Tudo nesse mundo é uma sombra de sua forma ideal do mundo das ideais.
A ideologia religiosa surge desse princípio, que esse mundo é imperfeito, logo deve existir um mundo além desse mundo sensível e insensível, que é o ‘mundo perfeito’. A dor física-mental, nosso corpo, sentimentos e instintos são imperfeitos nesse mundo, mas no mundo além essas ‘anomalias’ serão extirpadas para sempre, como no mundo perfeito das ideais platônicas.
Então, para Platão um cavalo perfeito só pode existir no mundo das ideias, não no nosso mundo sensível.
Mas o nosso cavalo é ‘perfeito’, somente que é um perfeito entre aspas, é o ‘mesmo’ cavalo que carregou Napoleão, Alexandre, O Grande e Gengis Khan. O ‘cavalo perfeito’ do mundo das ideais, só passou a existir a partir do nosso cavalo ‘imperfeito’ para Platão.
Se for seguir o prisma platônico, não há cavalo perfeito em nenhum plano, nem no mundo sensível, nem no mundo das ideias, sendo que o cavalo abstrato é apenas uma ‘sombra’ do cavalo concreto:
Tudo no mundo das ideais... é uma ‘sombra’ de sua forma real do mundo sensível e insensível. Os Princípios da Ciensofia de Edson Ecks



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